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Dicas para o seu carro Olibone Pneus
Índice de velocidade PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Ter, 16 de Abril de 2013 17:18

índice de velocidade

Além da descrição da medida do pneu, pode ser identificado no produto um Índice de Carga ou um Índice de Velocidade (ou os dois no caso de montagem simples/dupla).

 

O índice de velocidade é um código alfabético que indica a velocidade máxima em que o pneu pode transportar uma carga correspondente a seu Índice de Carga (exceto para cargas em velocidades acima de 210 Km/h) sob condições de serviço especificadas pelo fabricante do pneu.Para encontrar a velocidade máxima que você pode dirigir com seu pneu veja a tabela de códigos abaixo. Você encontrará uma destas letras estampada no seu pneu.

Código vel. Km/h

Q 160
R 170
S 180
T 190
U 200
H 210
V 240
ZR 240
W > 270
Y 300

 

Jamais utilize um pneu com índice de velocidade inferior ao do pneu original do veículo. Calibragem abaixo do recomendado no manual do veículo resulta em perda de capacidade de suportar altas velocidades bem como perda de estabilidade e dirigibilidade. Respeite sempre os limites de velocidade das ruas e estradas.

 

Já o Índice de Carga é um código numérico associado à carga máxima que um pneu pode transportar (exceto para cargas em velocidades acima de 210 Km/h) numa velocidade indicada por seu Índice de Velocidade sob condições de serviço especificadas pelo fabricante do pneu.

Load Index

Última atualização em Ter, 16 de Abril de 2013 18:09
 
Pneus Ecológicos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Qui, 28 de Fevereiro de 2013 19:15

Você já ouviu falar e mesmo se não ouviu, com certeza ainda vai equipar seu carro com estes novos modelos de pneus. Os pneus ecológicos ou linha verde, são pneus produzidos com materiais derivados do petróleo e adição principalmente de sílica, que é derivado da areia. Os materiais usados nos pneus ecológicos, oferecem maior economia de pneus e combustível, pois trabalham em temperatura menor, ocasionando menor desgaste e exigindo menos do motor.

 

No Brasil, a distribuição desdes pneus já é plena e a substituição pode ser feita em praticamente qualquer loja de pneus sem maiores demoras. A diferença de custo, que é pequena em relação ao pneu comum, é compensada todos os dias na economia dos próprios pneus e claro, COMBUSTÍVEL.

 

Por ser feito com material ecologicamente correto, proporcionar menor desgaste, maior kilometragem, produzir menos ruído, reduzir o volume de poluentes na atmosfera e ainda economizar combustível, estes pneus ganham o título de PNEUS ECOLÓGICOS.

 

Em nossa loja você encontra as linhas:

Michelin Energy XM2

Pirelli Cinturato P1

Pirelli Cinturato P7

Pirelli Scorpion Verde All Season

Goodyear GPS Duraplus

Última atualização em Qui, 28 de Fevereiro de 2013 19:27
 
Como identificar os ruídos do seu veículo PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Ter, 19 de Fevereiro de 2013 18:24

RUÍDOS. Muitas vezes eles aparecem do nada e o motorista não consegue identificá-los e nem explicar aos mecânicos convencionais como é o barulho que ouvem e de onde eles vêm.

 

Obstinado em encontrar a solução, você fica dias tentando descobrir a origem do barulho e não consegue. Faz de tudo: fecha os vidros, desliga o rádio, vai para uma rua mais silenciosa, coloca o carro na estrada. Pergunta para todo mundo que entra no carro: “Você está ouvindo um barulhinho ?”. E todos dizem: não! O motorista fica decepcionado. Só ele ouve aquele barulho que o persegue o dia todo e o que é pior: quando vai a uma oficina, tenta imitar o barulho que ouve e o mecânico fica olhando para o cliente com aquela cara de quem está atendendo uma pessoa sistemática.

 

Quem já não teve problemas de barulho no painel, nas portas, bancos, motor ou suspensão? Quando o cliente chega com uma queixa de barulho no carro sem saber de onde ele vem, a primeira providência é dar uma volta com ele para fazer um diagnóstico. Muitas vezes, o ruído pode parecer insignificante para o técnico, mas para o cliente não.

Para localizar os barulhos dos veículos, muitas vezes é necessária uma inspeção minuciosa. Existem equipamentos próprios para este fim.

 

Os barulhos mais comuns estão ligados à suspensão dianteira e traseira, motor, câmbio, rodas, escapamento e em articulações de portas e capôs dianteiro e traseiro. O custo para eliminar ruídos internos e externos dos veículos vai depender da causa do transtorno. Os consertos podem ir desde o aperto de um simples parafuso até um reparo completo de suspensão, que pode chegar a R$ 650,00. Em certos casos, o veículo pode ficar na oficina um dia inteiro para ser consertado.

 

Veja o que os barulhos mais comuns querem dizer:

1 - Rangido (“Nhec nhec”) Barulho gerado pelos revestimentos das portas, painel dianteiro e outras peças feitas em plástico, material muito usado hoje pelas montadoras, que, com o passar do tempo, se soltam, ressecam e passam a ser uma fonte geradora de ruídos no interior do carro.


2 - Apito – (“Fiii”) Ruído tradicional das pastilhas dos freios dianteiro e traseiros, que é ocasionado pelo seu uso excessivo (atrito da pastilha com o disco), que vitrifica as faces da pastilha.


3 - Estalos (“tec, tec, tec”) e Grunhidos A suspensão pode gerar uma infinidade de ruídos que podem aparecer como estalos, provenientes de uma bucha de bandeja (borracha por onde passa o parafuso que fixa a bandeja – componente da suspensão – no carro) danificada, até grunhidos, provenientes de uma articulação sem lubrificação.


4 - Som metálico repetitivo, como o teclar de uma máquina de escrever (“tlec, tlec”) ou junta defeituosa (“clac, “clac”, “clac”) Quando o problema é no motor, pode-se ouvir desde um ruído semelhante a um teclar de uma máquina de escrever contínuo (“tlec, tlec”), causado por um tucho hidráulico (peça interna do motor) descarregado, até um “clac” “clac”, provocado por juntas defeituosas (junções que vão na roda do carro).


5 - Som de ressonância (ronco – “ronc ronc”) aliado a uma vibração no volante Este som pode ser ouvido quando o pneu apresenta desgaste irregular, causado por desalinhamento ou por componentes da suspensão danificados.

 


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Última atualização em Qui, 21 de Fevereiro de 2013 18:30
 
Bolhas no pneu, e agora? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Administrator   
Sex, 01 de Fevereiro de 2013 19:48

Você acaba de descobrir uma "bolha" na lateral do seu pneu, e agora?

Bolhas e saliências laterais internas e externas, são normalmente causadas por buracos e choques contra guias. Quando um pneu apresenta este tipo de deformação, ele perde sua resistência, tornando-o instável com risco de explodir. Isso pode acontecer com o veiculo estacionado ao sol ou a 120km/h numa estrada super movimentada ocasionando no mínimo uma troca de emergência até um acidente grave.

O pneu é construído por cintas de metal, que conferem ao produto maior resistência. Ao chocar-se contra um buraco, as cintas podem romper-se ocasionando a "bolha". Como citado, o pneu torna-se instável. Pode ou não explodir. Existem casos de pneus que rodaram 20.000km, 30.000km com a bolhas, sem maiores problemas, outros explodem com 500 km, em estado praticamente de novo. É imprevisível, é inseguro! Este tipo de deformação, não está coberta pela garantia e resta ao motorista, fazer a troca o quanto antes.

Em situações extremas, onde é necessário rodar com o pneu nesta condição. Recomenda-se que o pneu deformado seja utilizado sempre no conjunto dianteiro, nunca no traseiro. A explicação é simples, pois o motorista tem a direção para compensar e tentar corrigir a direção do veiculo em caso de explosão repentina. Já no eixo traseiro, o motorista pode contar apenas com a própria suspensão. Ao chegar ao seu destino, lembre-se de substituir o pneu defeituoso o mais rápido possível.

Algumas oficinas fazem uma vulcanização no pneu e liberam o cliente, mas é como utilizar peças recondicionadas. Você confia 100%?

 

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Última atualização em Sex, 01 de Fevereiro de 2013 20:09
 
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Dicas Olibone Pneus e Michelin

Os riscos de manter a calibragem incorreta
A pressão correta dos pneus é importante para sua segurança e economia:

A partir de levantamento feito nos eventos Pressão Certa pelo Brasil, a Michelin constatou que 45% dos motoristas rodam com a pressão fora dos limites recomendados. Cerca de 20% dos casos são considerados muito perigosos, com risco de rompimento do pneu a curto e médio prazo.

Manter a pressão recomendada dos pneus é garantia de melhor performance e durabilidade de seus pneus Michelin, além de ser essencial para sua segurança.

Por que é importante manter a pressão correta dos pneus?
Uma pressão abaixo da recomendada reduz a durabilidade do pneu (em pelo menos 8.000 km), aumenta o consumo de combustível e favorece o risco de explosão e acidentes na pista.

Como saber qual é a pressão correta para o seu veículo?
A pressão é definida conforme a carga do veículo e a geometria do pneu, de acordo com as especificações do fabricante do veículo e as regulamentações internacionais (INMETRO).

Tolerância de 3 PSI acima ou abaixo

Pressão recomendada

Baixo consumo de combustível

Durabilidade

Segurança

Entre 3 a 7 PSI abaixo da pressão recomendada

Pressão temporariamente admissível

Em média o pneu será trocado com menos 8000km

Durabilidade reduzida

Abaixo de 15PSI da pressão recomendada

Pressão de alto risco
Entre 7 e 17 PSI abaixo da pressão recomendada

Pressão perigosa

Risco de explosão

Forte aumento dos riscos

- Aumento considerável do consumo de combústível

- Risco de desgaste dos "ombros" do pneu

- Risco de aquaplaning

Desgaste irregular, aumento de consumo e menor segurança


Riscos da baixa pressão dos pneus
A baixa pressão pode provocar uma redução de 30% na durabilidade do pneu. Quanto mais baixa a pressão, maior a velocidade de desgaste e maior a sobrecarga da banda de rodagem com o solo.

A rodagem de um pneu com baixa pressão ocasiona uma deformação exagerada e um aquecimento anormal. A consequência é a degradação irreversível dos elementos que constituem o pneu, podendo provocar descolamentos internos e pode favorecer o risco de explosão do pneu.

A baixa pressão também compromete a dirigibilidade do veículo, ou seja, provoca uma redução na precisão da direção, o que pode ocasionar acidentes graves.

Além disto, com a pressão mais baixa que a recomendada, a aquaplanagem surge em velocidades mais baixas que o normal.

Riscos da alta pressão dos pneus
A área de contato com o solo diminui e reduz a aderência do pneu. Isto pode aumentar o risco de acidentes em casos de frenagem de emergência e ocasionar a perda da trajetória do veículo nas curvas, em alta velocidade.

O pneu, que participa da suspensão do veículo, fica mais rígido, provocando uma redução do conforto ao dirigir, assim como um desgaste prematuro da suspensão.

Dicas de segurança
- Calibre os pneus pelo menos a cada 15 dias ou antes de uma viagem.
- Se um pneu perde mais que 1,5 PSI/mês, existe um risco de fuga anormal da pressão: verificar o conjunto pneu/roda com um profissional qualificado.

- Nunca desinfle um pneu aquecido.
- Ter tampas nas válvulas de todos os pneus.
- Não esqueça de verificar a pressão do pneu estepe.
- Depois de rodar com uma pressão muito baixa, nunca calibrar o pneu novamente sem verificar se seu interior apresenta alguma anomalia.
- Um pneu inflado com nitrogênio deve ser verificado segundo as mesmas regras de um pneu inflado com ar. A utilização do nitrogênio não substitui a verificação quinzenal da pressão dos pneus.

 


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